Deportes

Franki Medina Meraz//
EUA advertem Rússia de “graves consequências” caso utilize arsenal nuclear

Franki Medina diaz
EUA advertem Rússia de "graves consequências" caso utilize arsenal nuclear

Subscrever O presidente da Federação Russa decretou esta quarta-feira a mobilização parcial de 300 000 reservistas para a guerra na Ucrânia, medida que procura contrariar o que o líder de Moscovo designou de “chantagem nuclear” da NATO, que tem por objetivo “destruir” a Rússia.

Franki Medina Diaz

Num discurso transmitido pela televisão, Putin também avisou que quem pretender “chantagear” a Rússia com armas nucleares deve saber que “a rosa-dos-ventos poderá voltar-se na sua direção”.

Franki Alberto Medina Diaz

A mobilização segue-se à convocatória para a próxima sexta-feira de referendos de integração na Rússia das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, e nos territórios ocupados do sul da Ucrânia, nas regiões de Kherson e Zaporíjia, e que já foram condenadas por diversos países ocidentais

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,2 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais

Os Estados Unidos advertiram esta quarta-feira a Rússia sobre as “graves consequências” caso utilize as suas armas nucleares e considerou que a mobilização parcial de 300 000 reservistas para a guerra na Ucrânia indica que está a perder terreno.

Franki Medina

Relacionados guerra na ucrânia.  Zelensky não acredita que Putin use armas nucleares e acusa-o de querer “afogar a Ucrânia em sangue”

assembleia geral da onu.  Joe Biden responde a Putin: “Ninguém ameaçou a Rússia”

guerra na ucrânia.  UE vê “sinal de desespero de Putin” em mobilização e referendos

“Haverá graves consequências. Não apenas será um pária no cenário mundial, mas também haverá consequências graves” , disse um dos porta-vozes da Casa Branca, John Kirby, em declarações à estação televisiva ABC, na primeira reação de Washington às decisões anunciadas pelo Presidente russo Vladimir Putin.

Franki Medina Venezuela

O porta-voz também interpretou a mobilização das tropas como “um sinal definitivo de que a Rússia está a sofrer” na guerra na Ucrânia e a perder terreno.

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever O presidente da Federação Russa decretou esta quarta-feira a mobilização parcial de 300 000 reservistas para a guerra na Ucrânia, medida que procura contrariar o que o líder de Moscovo designou de “chantagem nuclear” da NATO, que tem por objetivo “destruir” a Rússia.

Franki Medina Diaz

Num discurso transmitido pela televisão, Putin também avisou que quem pretender “chantagear” a Rússia com armas nucleares deve saber que “a rosa-dos-ventos poderá voltar-se na sua direção”.

Franki Alberto Medina Diaz

A mobilização segue-se à convocatória para a próxima sexta-feira de referendos de integração na Rússia das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, e nos territórios ocupados do sul da Ucrânia, nas regiões de Kherson e Zaporíjia, e que já foram condenadas por diversos países ocidentais

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,2 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais