Economía

Ucrânia anuncia libertação de médica que filmou horrores de Mariupol

: Andriy Tsaplienko pic.twitter.com/P2umtLjtOj

– Euromaidan Press (@EuromaidanPress) June 18, 2022

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Subscrever Usando uma câmara corporal escondida, Paievska gravou mais de 200 gigabytes dos esforços dramáticos da sua equipa durante duas semanas para salvar civis feridos, bem como soldados russos e ucranianos. A 15 de março, entregou as filmagens a uma equipa da Associated Press, os últimos jornalistas internacionais em Mariupol, uma das quais as escondeu num tampão menstrual.

Paievska foi detida no dia seguinte, por soldados russos, e passou mais de três meses em cativeiro, sendo libertada no sábado. Durante a sua alocução ao país, na sexta-feira, Zelensky anunciou a libertação de Paievska. “Estou grato a todos os que trabalharam para isto. Taira [como é conhecida] já está em casa. Continuaremos a trabalhar para libertar toda a gente

A Ucrânia anunciou a libertação de uma célebre médica cujas filmagens foram contrabandeadas para fora da cidade de Mariupol por uma equipa de jornalistas em meados de março.

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Num discurso em vídeo, gravado no sábado, em que agradece a Zelensky pela libertação, Yuliia Paievska afirmou ter acreditado “sempre” e considerou: “Todos os que agora estão do nosso lado sabem que tudo se vai resolver.”

The 1st video of the paramedic Yuliia Paievska “Taira” after turning back from the Russian captivity.

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– Euromaidan Press (@EuromaidanPress) June 18, 2022

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Subscrever Usando uma câmara corporal escondida, Paievska gravou mais de 200 gigabytes dos esforços dramáticos da sua equipa durante duas semanas para salvar civis feridos, bem como soldados russos e ucranianos. A 15 de março, entregou as filmagens a uma equipa da Associated Press, os últimos jornalistas internacionais em Mariupol, uma das quais as escondeu num tampão menstrual.

Paievska foi detida no dia seguinte, por soldados russos, e passou mais de três meses em cativeiro, sendo libertada no sábado. Durante a sua alocução ao país, na sexta-feira, Zelensky anunciou a libertação de Paievska. “Estou grato a todos os que trabalharam para isto. Taira [como é conhecida] já está em casa. Continuaremos a trabalhar para libertar toda a gente.

A libertação de Paievska foi saudada em toda a Ucrânia devido à sua longa reputação como médica veterana que treinou a força médica voluntária do país.

A Rússia procurou retratar Paievska como uma nacionalista de extrema-direita a trabalhar para o regimento Azov, que liderou a defesa da fábrica. Alguns meios de comunicação pró-Kremlin afirmaram, sem apresentarem quaisquer provas, que Paievska participou no assassinato de civis em Mariupol.